É depois
dos excessos ou numa altura em que se pretende perder uns quilos extra que o
detox ganha destaque. Contudo, este tipo de alimentação tem como função básica
e essencial: preservar a saúde intestinal.
Diz o site
Food Matters que qualquer programa de desintoxicação deve ter por base a
segurança da saúde intestinal, que é o centro da boa saúde, da vitalidade e
imunidade. “Cada detox deve ter como objetivo restaurar e otimizar a saúde
intestinal”, lê-se no site.
Mas, como
é que tal se faz? Incluindo alimentos chave, como os probióticos, que melhoram
o leque bacteriano existente nos intestinos e que, com isso, melhoram a
digestão dos alimentos. Os fermentados (como o miso, o tempeh ou os pickles,
por exemplo) são também importantes num detox, que deve ainda incluir alimentos
anti-inflamatórios, tais como o açafrão, o gengibre, o azeite e a linhaça.
Para
proteger a saúde intestinal é ainda importante incluir alimentos ricos em
L-glutamina, que exerce um papel reparador no intestino. Aqui, incluem-se
alimentos como o espinafre, o repolho, a salsa, o feijão e ainda a spirulina,
um dos superalimentos mais comuns nos detox.
Incluir
gelatina de origem vegetal é uma outra dica do site.

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